domingo, 16 de dezembro de 2012

Voando juntos.



E aquela ansiedade, inquietação, impulsão, vontade... de ir ao encontro da pessoa que outrora não me tocava a consciência e o espirito, agora me consome paulatinamente amiúde. Sei que o instante é breve o amanhã é incerto ou inexistente, mas o momento anterior repercute em meu ser com toda certeza que se encerra com um beijo tão doce, tão doce, tão doce... Cá estou, com um suspiro que passou ter nome, com um vazio preenchido que ganhou um sujeito ou parafraseando que ganhou uma sujeita onde todas as minhas visões, planos, sonhos e desejos começam a vislumbrar o amanhã longe da singularidade do meu caminhar, encontrando no caminho talvez uma razão a mais, com grau de importância considerável para seguir lado a lado, dedos entrelaçados palma da mão colada uma na outra com aperto firme e cheio de vontade de ser feliz, sermos felizes juntos, voando juntos! O restante, bom, isso fica para a realidade, pois no mundo das ideias todo o sentido está apontando para uma só direção, para o agora e sempre mesmo que o para sempre humano se acabe, Pois o para sempre que se dá na alma perdurará.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012



Vontade de pegar a magrela e sair por ai pedalando, parando onde der na telha ou o corpo não aguentar, viver intensamente cada parada e depois montar na magrela rumo a pedaladas sem destinar onde será a próxima parada, e assim, ir, apenas seguir eu e minha bicicleta, seguindo, parando, conhecendo, ajudando, vivendo cada experiência que vier. Sinto-me incompleto quando fico muito tempo sem pedalar. Sentir o ar batendo no rosto, os músculos das pernas ficarem rígidos com o esforço de cada pedalada cadenciada e forte, o suor refrescando o corpo e o mundo ao meu redor seguindo, uns parados meio ao trânsito da cidade que não flui tão bem, e assim eu e minha magrela nos movemos chão em frente.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Angustiado

 
 
Quase sempre eu pergunto em voz alta para mim mesmo no espaço/tempo que eu ocupo no momento: O por quê? O porquê de tantas coisas as quais eu tenho que ver, passar, sentir... Coisas desagradáveis, extremamente desagradáveis, tristes, extremamente triste, alegres, extremamente alegres... E assim sucessivamente. Mas são apenas perguntas e circunstâncias empíricas que não alcanço respostas, vivencio e... Nada! Apenas Angustia e o medo do medo que tenho do medo. A estupidez que às vezes me bate a porta e eu a abraço, o rancor que me chuta o joelho e eu retorno a alegria que me sorri e eu retribuo o prazer que me toca e eu o toco... Enfim, são tantos por quês que me enchem a consciência, que entro em uma piscina cheia de angustia existencial e dessa ninguém está livre parece, porque ao que vejo, somos seres angustiados pelo simples fato de existir! Mas! Por quê?! Um viveiro gigantesco é como eu me sinto habitando este "lar" o qual chamamos de Planeta, de Terra! Que Angustia aguda sinto agora simplesmente por ceder aos caprichos angustiantes dialéticos de um fato que me ocorreu minutos atrás e me puxou para a bolha reflexiva do pensar o porquê disso, ou daquilo, ter sido assim ou ter acontecido... Enfim, Somos tão tolos de fato, tão tolos e nem mesmo nossas tolas “invenções” dão vazão a nossas tolices e mediocridades angustiantes! E, no entanto esquecemos o principal, ou talvez um dos principais motivos de estarmos aqui talvez, sabe qual? Simplesmente sermos humanos demasiado humanos e não somente consigo mesmo, mas com o todo e sem dúvida com o outro ser humano. Somos tolos! Ah! Somos tolos sim! Não somos? Por quê? Bom, só sei que este texto meio confuso, talvez, é fruto de um fato que me ocorreu e me deixou triste e sem mais um pedaço que as experiências vem “tirando” de mim.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Ser apaixonante!

Eu sou fraco! Tão fraco e vós digo o por quê de imediato!
Sou fraco ao me deparar diante de um ser tão apaixonante
e não me apaixonar! Ah! como é bom tal sensação, transbordar
de paixão. Mas melhor ainda é germinar e consumar tal ser no seu
ser e assim formar uma mistura homogenia. Mas enfim, chega de
tanto sonho, pois a realidade circunstancial é dura e simplesmente indesejável!
Senão triste!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eu, Indômito, retorno de Santuário!





Por que você mexe tanto comigo? Eu me ausento de você, uso destroços do muro de Berlim para construir um muro que separe você de mim, para que eu siga sem sentir você, mas não dá, não tem jeito! Basta um único contato visual mesmo que metros de distância para o muro cair.
Eu finjo que não habito o mesmo mundo que o seu, vou peregrinando até Santuário, me instalo humildemente no vilarejo de Tristram onde eu tenho certeza que não terei sua bela aparição, mas não adianta, minha mente me trai e logo me traz uma bela imagem do teu lindo semblante, vibrações da tua voz tocam meus ouvidos fantasmagoricamente e o brilho do teu sorriso ofusca meus olhos espirituais (claro, pois tal experiência se dá no espirito, uma vez que longe fisicamente estou de ti) e assim eu guerreiro solitário que vago por Santuário lutando contra o sobrenatural externamente, em constante batalha emergida, luto para manter você longe do meu coração. Não tem mais jeito, tenho que deixar os amigos do vilarejo de Tristram, e voltar para meu mundo real, para o Sul, para a América do Sul, e encarar não os demônios horrendos e sádicos de Santuário, mas sim a dor de te ver e não te ter em meus braços!




EU, Guerreiro Indômito enfrento mil demônios e nenhum, NENHUM! É páreo para mim. Mas, minha espada erguida em batalha com toda fúria que ela encerra, no entanto, no entanto, é tão doce, tão doce, para você, minha bela e encantadora amada... (?)





Hail

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O soco? iiiii vai ter parte 1, 2, 3...



Mais cedo, após o soco no estomago, achei que eu estava suficientemente forte o bastante, mas agora a noite toda aquela suposta força se esvaiu! Para onde? Não sei!

Droga! Que merda! Pior! Me rendi ao cigarro, comprei uma carteira de Lucky Strike. Estou fumando! E agora? Fui fraco!

Tenho que ter forças de algum lugar. Estou cego, não sei enxergar de onde! enfim, sou tolo, é, eu sei.
Mas só o dono da dor sabe o quanto ela dói, fato! Quem dúvida? Ninguém?! claro!
Vamos lá, e no mais? Também não sei. rs

Talvez seja preciso destruir alguns atalhos da Bifrost que levam a outros mundos, é, é isso! Talvez! Enfim.

"Decifra-me ou devoro-te"! clichê? Mas nem tanto, o que não deciframos, nos devora sem piedade!

Cara! Cadê EU?