domingo, 22 de dezembro de 2013

Às dores surgem mais fortes a noite.

Á noite às dores se acentuam. O caminho de agora em diante se torna sombrio, frio e triste. E às noites cada vez mais indesejáveis. O sono que demora me envolver para me anestesiar da dor da profunda saudade. No primeiro dia do verão e o céu parece como estou por dentro, nublado, frio e transbordando água pelas janelas da minha alma. Não é a primeira vez que a dor da perda me da o desprazer da visita, mas está de agora está mais profunda do que todas às outras que outrora vivi. Não é para menos também, o jardim ao qual daria a minha vida para manter-lo vivo, não terei eu, a dádiva de ser o jardineiro e cuidar da bela rosa. O que me resta, é regar de longe com a água que brotam dos meus olhos e pedir ao nosso bom Deus, que por favor senhor, cuide bem da linda rosa a qual eu digo ser, o meu amor! E assim irei, me esforçando absurdamente para aprender a conviver sem ela, a minha, que não és minha, Rosa. Porém, já sei que tal feito será e já está sendo insuportavelmente doloroso. E quando a noite chega, eu me desmonto de uma imensa saudade e tristeza. Minha bela rosa, em qualquer jardim que você esteja, não esqueça, eu amo você e se quiser que eu cuide de você, me dê um sinal que eu irei ser seu com todo meu amor. Agora eu fico aqui, no meu quarto sozinho e escuro implorando para que o sol surja para que a dor da saudade se camufle nos raios solares e antes mesmo da noite chegar eu já me monto em dor e imensa saudade. :-(

Nenhum comentário:

Postar um comentário